Editor for this issue: Takako Matsui <tako
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Institution: Universidade Federal de Santa Catarina Program: P�s-Gradua��o em Ling��stica Dissertation Status: Completed Degree Date: 2003 Author: Raquel Meister Ko Freitag Dissertation Title: Gramaticaliza��o e varia��o de acho (que) e parece (que) na fala de Florian�polis Dissertation URL: http://150.162.90.250/teses/PLLG0275.pdf Linguistic Field: Sociolinguistics Dissertation Director 1: Edair Gorski Dissertation Director 2: Maria Luiza Braga Dissertation Director 3: Marco Antonio Rocha Dissertation Abstract: Estudoso (2002) e Dall.Aglio-Hattnher et alii recentes, como o de Galv�o (2002) e Dall'Aglio-Hattnher et alii (2001), apontam para a possibilidade de surgimento de um sistema marcas evidenciais no portugu�s brasileiro, via gramaticaliza��o, um processo especial de mudan�a ling��stica pelo qual itens e constru��es um certo contexto ling��stico desempenham fun��es gramaticais, e uma vez gramaticalizados, continuam a desenvolver novas fun��es cada vez mais gramaticais (cf. Bybee et alii, 1994; Hopper & Traugott, 1993; Heine et alii, 1991). A gramaticaliza��o e varia��o de acho (que) e parece (que), de verbos + complemento oracional marcadores de opini�o e percep��o marcadores de d�vida e incerteza � um recorte da poss�vel trajet�ria de surgimento de um sistema evidencial no portugu�s. O objetivo deste trabalho � caracterizar, dentro de uma comunidade ling��stica estratificada socialmente, os usos das constru��es acho (que) e parece (que) retratando o momento em que as duas formas desempenham a mesma fun��o sem�ntico-discursiva na fala de Florian�polis. A an�lise do uso de acho (que) e parece (que) na fala de Florian�polis est� dividida em dois momentos: o da sua gramaticaliza��o, de verbos + complemento oracional a marcadores de opini�o e percep��o e a marcadores de d�vida, e o do seu uso vari�vel no desempenho da fun��o de marcador de d�vida. A varia��o entre as duas formas � um est�gio transit�rio da mudan�a pela qual elas passam, de verbos + complemento oracional a marcadores de origem da informa��o (evidenciais). Os pressupostos do Paradigma Funcional da Gramaticaliza��o e da Teoria da Varia��o d�o suporte para a an�lise do processo de varia��o e mudan�a pelos quais passam as formas acho (que) e parece (que). Apesar da possibilidade de interc�mbio das formas, acho (que) e parece (que) tendem a ser utilizados em contextos espec�ficos, condicionados por tra�os sem�ntico-discursivos. Os resultados probabil�sticos apontam especificidades contextuais para o uso de acho e parece, indicando o rumo da especializa��o, o que vai ao encontro � hip�tese geral de que as formas est�o se gramaticalizando como marcadores de origem da informa��o e entrando em um paradigma de evidencialidade.Mail to author|Respond to list|Read more issues|LINGUIST home page|Top of issue